"Ciências Humanas procuram ir fundo naquilo que é mais peculiar em nós e talvez, por isso, mais difícil de ser desvendado: a nossa humanidade. Quem escolhe trilhar um desses caminhos deve se desfazer de preconceitos e não se contentar com o óbvio."
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Bilíngues e de Alto Nível... mas, por enquanto, para uma minoria!
Essas eu roubartilhei do José Comessu, só não sei dizer se o Komesu da reportagem trata-se do filho do mesmo!
Reportagem muito interessante do Roberto Maxwell, embora date de 17 de Abril de 2008, data em que foi divulgada na Revista Alternativa, assunto recente que, realmente, merece nossa atenção.
Como é sabido, abri recentemente uma Petição Pública em favor de um acordo bilateral, propiciando aos jovens brasileiros, acesso a oportunidades como esta, divulgada pela revista.
Para você que está com uma preguicinha de ler o artigo todo, resumo: Já naquela época a professora manifestava a dificuldade dos alunos brasileiros em ingressarem no único Kooko bilíngue (em português), se não estou equivocada, do Japão. E, quais são os motivos?
Prefiro que você mesmo me diga o seu ponto de vista sobre o assunto...
E assim vamos conversando...
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Daniel Lima.,
Educação Bilíngue,
Roberto Maxwell
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Pela melhoria da Educação das crianças brasileiras no Japão
Já estamos em 2012 e, nem havia me dado conta que não postava já há algum tempo...
Foram meses intensos de trabalhos escolares, provas, Feira do Conhecimento, Festivais, Festa de Encerramento e, infelizmente a despedida da Rede Pitágoras no Japão...( Restou a unidade de Ota, mas sabe-se lá de que jeito!).
Começo não só o Ano Novo, mas também com emprego novo... Comentei que a saída da Escola Brasileira deixaria-me mais à vontade, especialmente para lutar pela melhoria da Educação no Arquipélago e, é sobre isso que começo a postar neste novo ano...
Faço parte dos graduandos da UFMT, num projeto piloto de qualificação docente e já algum tempo tenho insistido na necessidade da continuidade do mesmo, mas dessa vez, com vistas à multiculturalidade, especialmente aos alunos da escola pública japonesa...
Peço que leia a petição pública e ajude-me na divulgação da mesma!
Beijos e um ano de conquistas para todos nós!
Para ser um dos colaboradores basta assinar Aqui!
Foram meses intensos de trabalhos escolares, provas, Feira do Conhecimento, Festivais, Festa de Encerramento e, infelizmente a despedida da Rede Pitágoras no Japão...( Restou a unidade de Ota, mas sabe-se lá de que jeito!).
Começo não só o Ano Novo, mas também com emprego novo... Comentei que a saída da Escola Brasileira deixaria-me mais à vontade, especialmente para lutar pela melhoria da Educação no Arquipélago e, é sobre isso que começo a postar neste novo ano...
Faço parte dos graduandos da UFMT, num projeto piloto de qualificação docente e já algum tempo tenho insistido na necessidade da continuidade do mesmo, mas dessa vez, com vistas à multiculturalidade, especialmente aos alunos da escola pública japonesa...
Peço que leia a petição pública e ajude-me na divulgação da mesma!
Beijos e um ano de conquistas para todos nós!
Para ser um dos colaboradores basta assinar Aqui!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Para quê serve um blog...
Olá turminha, tudo bem?
Como vimos no livro de Português, Julieta era uma menina "descolada", ou seja, estava por dentro de tudo que era ligado à internet: redes sociais, blogs, salas de bate-papo, etc.
Este post, ou seja, o que estou escrevendo aqui, são apenas algumas palavrinhas para que você tenha como comentar na sessão comentários: o que você entende por "blog", para que ele serve?...
Dê uma passeadinha no meu e depois me diga o que achou...
Beijinhos...
Prof. Sandra
Como vimos no livro de Português, Julieta era uma menina "descolada", ou seja, estava por dentro de tudo que era ligado à internet: redes sociais, blogs, salas de bate-papo, etc.
Este post, ou seja, o que estou escrevendo aqui, são apenas algumas palavrinhas para que você tenha como comentar na sessão comentários: o que você entende por "blog", para que ele serve?...
Dê uma passeadinha no meu e depois me diga o que achou...
Beijinhos...
Prof. Sandra
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A Rede Social
The Social Network é um filme americano que retratou a fundação de uma das maiores redes sociais do momento: o Facebook.
Marc Zucherberg, ainda um universitário de Harvard em 2003, depois de um "fora" de sua namorada, por vingança, resolveu difamá-la na internet através do Facemash. Deste nasceu, ainda naquela noite, o que seria a fórmula atual da rede que conhecemos.
Assistimos o filme, vimos a história de Marc e quais aprendizados poderíamos tirar do filme?...
Bem, vejamos, digam-me vocês:
Que lições você conseguiu extrair do filme?...
Mão à obra!
See u.........
Marc Zucherberg, ainda um universitário de Harvard em 2003, depois de um "fora" de sua namorada, por vingança, resolveu difamá-la na internet através do Facemash. Deste nasceu, ainda naquela noite, o que seria a fórmula atual da rede que conhecemos.
Assistimos o filme, vimos a história de Marc e quais aprendizados poderíamos tirar do filme?...
Bem, vejamos, digam-me vocês:
Que lições você conseguiu extrair do filme?...
Mão à obra!
See u.........
quarta-feira, 27 de julho de 2011
A Arte Cristã
Como verão nos slides, a arte cristã propriamente dita, teve duas fases importantes: uma quando ainda os cristãos eram perseguidos e por esta razão realizavam seus cultos às escondidas, fase esta conhecida como Fase Catacumbária; e, a fase mais sofisticada, quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Império.
See u!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Les Miserables

Les Miserables (Os Miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo escritor francês Victor Hugo, publicada em 3 de abril de 1862 simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris (nesta última cidade foram vendidos 7 mil exemplares em 24 horas).
Tenho trabalhado insistentemente com meus alunos a trajetória de Jean Val Jean, o personagem principal.
Já lemos, assistimos o filme, trabalharemos o musical na Festa de Encerramento, mas, o principal, é a intenção em despertar o senso crítico e ético deste clássico do século XIX.
Você que teve a oportunidade de assistir ao filme, ou ler o livro, pense por um momento na condição sócio-econômica em que vivia a França, ou melhor, não só a França mas a Europa. Victor Hugo, nos mostra as condições aos quais se submetiam as pessoas para sobreviverem: moribundos, pedintes, damas da noite. A desigualdade social era extremamente gritante e, mesmo em dias atuais, muitos locais, especialmente no Brasil, parecem não estar tão distantes deste referido século.
Bem, voltando à releitura do filme, e, tirando suas próprias conclusões, responda:
1) O inspetor Javert fez da captura de Jean sua missão, meta e não deixou de persegui-lo, pois, em sua concepção as pessoas nascem boas ou más e, jamais mudarão, não importa o que aconteça. E você, relate o que pensa:
2) Como era Jean no início do filme e no final do filme? Em sua opinião, o que o fez mudar ?
3) O que Victor Hugo nos quis transmitir através de Les Miserables? Deixe sua conclusão:
See you...trabalharemos as respostas em sala!
:-)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A mulher invisível e as catedrais da Europa!
Hoje o tema é: Tudo Misturado!
Estava vendo os feeds do meu facebook e me deparei com um link da psicóloga Sandra Caselato sobre os Heróis de Verdade, o mais recente livro de Roberto Shinyashiki, onde ele argumenta sobre a super-valorização da aparência em detrimento da verdade e simplicidade.
Neste exato momento, recebi um e-mail de meu querido Hayashida (também conselheiro do CRBE) sobre a Mulher Invisível, complementando as palavras de Shinyashiki.
E aonde quero chegar, talvez você esteja se perguntando?
Talvez porque muitas vezes sinto-me como a mulher invisível que ninguém vê ou que insiste em fazer com que haja um despertar pela Arte (lembrando que a arte em si envolve desde o mais simples desenho à mais bela composição clássica de Beethoven).
As mais belas catedrais da Europa foram construídas por autores desconhecidos que não fizeram questão de assinar suas obras! Umas, chegaram a demorar quase cem anos para serem construídas. Mais de uma vida de trabalho e...sem assinatura!
Aí então eu faço um link com uma frase de Shinyashiki:
Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros!
Estudar Arte é ver o trabalho de quem fez dela seu grande projeto de vida!
Se hoje nos impressionamos, é pela beleza e perfeição do dedicar-se de uma vida inteira!
Se hoje nos impressionamos, é pela beleza e perfeição do dedicar-se de uma vida inteira!
Portanto: Arte é Vida!
Não a menospreze!
See you!!!
:0)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Você assistiu o Gladiador?
Se sim, você deve se lembrar qual era o cenário principal, onde percorrera quase o filme inteiro: o Coliseu de Roma.
A Arte Romana fora fortemente influenciada pelos etruscos.
Bem, náo consegui terminar o post, mas segue o link para nossa aula!
See you...
Sandra
Bem, náo consegui terminar o post, mas segue o link para nossa aula!
See you...
Sandra
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Violencia gera violencia?
Em nosso momento reflexao, assistindo o video da TV Escola, A violencia que rola na escola, vimos que, violencia vai alem do aspecto fisico, sendo muitos vezes uma reacao em cadeia, gerando atritos e, infelizmente, ate a morte!
E voce? O que pensa?
Comente!
Abracos,
Prof.
E voce? O que pensa?
Comente!
Abracos,
Prof.
quinta-feira, 17 de março de 2011
A arte grega
Ok, meninos e meninas, um pequeno post, para deixarem seus respectivos objetos para sua experiencia como escultor (a).
Deixem suas imagens e link sobre a Vitória..
Kisses
Deixem suas imagens e link sobre a Vitória..
Kisses
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Falando sobre Ética
Como falamos em sala, esta palavrinha está cada vez mais distante da sociedade hodierna. Antigamente, ser ético era ser íntegro, honesto e preservar o bom costume.
Agora responda, mediante o que falamos sobre o livro, A Semente da Verdade, recontado pela autora Patrícia Engel Secco.
Em qual momento é mais difícil falar a verdade do que mentir^...
Espero o comente...
Ks
Agora responda, mediante o que falamos sobre o livro, A Semente da Verdade, recontado pela autora Patrícia Engel Secco.
Em qual momento é mais difícil falar a verdade do que mentir^...
Espero o comente...
Ks
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
A Arte Egípcia
Meus amores, como é bom estudar...
Hoje, durante minha aula de História para os pequeninos, ressaltamos como podemos conhecer um lugar, sem mesmo ter ido até ele: os elementos histórico-culturais, bem como as paisagens naturais e modificadas nos remetem à determinados lugares, sendo eles únicos em seu contexto.
Ora, quando você vê a Estátua da Liberdade, que país lhe vêm a mente? Ou quando vê o Cristo Redentor ou até mesmo o Monte Fuji?
Quando estudamos sobre a cultura de um determinado local,as informações nos fazem viajar sobre os costumes, a cultura, e, uma viagem...bem, vale mais que mil palavras!
Não deixem de absorver o que dia-a-dia se apresenta, ainda que seja em pequenas gotas!É assim que formam-se os Oceanos e que a cada dia, seu desejo, pelo o que ninguém pode tirar de você, aumente: O Conhecimento!
Grande beijo,
Prof.Sandra
Hoje, durante minha aula de História para os pequeninos, ressaltamos como podemos conhecer um lugar, sem mesmo ter ido até ele: os elementos histórico-culturais, bem como as paisagens naturais e modificadas nos remetem à determinados lugares, sendo eles únicos em seu contexto.
Ora, quando você vê a Estátua da Liberdade, que país lhe vêm a mente? Ou quando vê o Cristo Redentor ou até mesmo o Monte Fuji?
Quando estudamos sobre a cultura de um determinado local,as informações nos fazem viajar sobre os costumes, a cultura, e, uma viagem...bem, vale mais que mil palavras!
Não deixem de absorver o que dia-a-dia se apresenta, ainda que seja em pequenas gotas!É assim que formam-se os Oceanos e que a cada dia, seu desejo, pelo o que ninguém pode tirar de você, aumente: O Conhecimento!
Grande beijo,
Prof.Sandra
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Fazendo Arte!
Ok, após um longo e tenebroso inverno, viagem, CRBE, festa de encerramento, entrega de notas...aff!
Retomemos nossas atividades!
Que maravilha!
Mas agora, fazendo arte!
Mãos à obra!
Big beijo!
Prof. Sandra
Retomemos nossas atividades!
Que maravilha!
Mas agora, fazendo arte!
Mãos à obra!
Big beijo!
Prof. Sandra
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Eleições para o CRBE

Quem sou eu?
Sou mãe de dois filhos adolescentes, tenho 35 anos, sou divorciada e cheguei pela primeira vez ao Japão em Junho de 1994, portanto, há 16 anos atrás.
Como retornei algumas vezes e até pensei que permaneceria no Brasil, não posso dizer que estou esse tempo ininterrupto no país, no entanto, entre idas e vindas, somam-se 12 anos vivendo em Terras Nipônicas.
Vim como a grande maioria, ou boa parte dela: jovem, recém-casada, cheia de sonhos e com o desejo de permanecer pouco tempo, somente para guardar o montante necessário para voltar ao Brasil e ter o mínimo que se idealiza para viver em seu próprio país: a casa própria, o carro e o emprego estável advindo através da tão sonhada e desejada faculdade, posta de lado na vinda.
Entretanto, os anos foram se passando e o retorno ao Brasil, tornou-se longínquo, foi quando então, ingressei em duas faculdades: a de Bacharelado em Teologia e a de Administração de Empresas, uma radicada em Hamamatsu e outra em Nagoya. Pela dificuldade de conciliação entre ambas e o potencial financeiro ineficaz para manutenção das duas, fui obrigada a abrir mão de uma, no caso a Administração, cujo tempo cursado por mim foram apenas 2 semestres.
Sou professora a pouco menos de três anos, quando, ainda cursando o Quarto Ano de Teologia, passei a integrar o quadro docente da Escola Alegria de Saber, sendo educadora na área de Humanidades. Atuando nas disciplinas de Geografia, Sociologia, Filosofia e Ciências Sociais. Atuei também, em paralelo a este período, no Centro Profissionalizante Brasileiro, com alunos de supletivo.
Hoje faço parte da equipe de docentes do Colégio Pitágoras, em Hamamatsu. Sou educadora nas disciplinas de Filosofia e Sociologia ao Ensino Médio e paralelamente atuo também como Professora I, tendo sob meus cuidados uma multisseriada sala com alunos do 3º. Ao 5º. Ano.
Sou cantora de MPB e Bossa e atuo também como professora de canto autodidata na Memorial Escola de Música do conhecido professor Natanael Alencar.
Sou estudante do segundo ano de Pedagogia pela Universidade Federal do Mato Grosso em atuação conjunta com a Universidade Tokai que através de esforços tanto pelo governo brasileiro quanto o governo japonês, concedem esta rica oportunidade de aperfeiçoamento aos servidores da educação no Japão em concluírem a Licenciatura de forma totalmente gratuita.
O que me fez ingressar a lista dos candidatos ao CRBE?
Para se entender o mínimo, necessário se faz que me aprofunde um pouco e tente de modo sucinto, expor meus ideais.
Sempre lidei com pessoas, fui líder eclesial por quase 15 anos, numa vida dedicada ao próximo e ate mesmo, renúncias pessoais. Desde muito jovem, envolvia-me nos debates relacionados aos problemas sociais, na ênfase de ser uma peça, ainda que ínfima, na melhora e bem estar do próximo. Tive a oportunidade de viajar e conhecer em outros locais instituições não governamentais das quais ainda não pude fazer parte, mas com uma íntima certeza, no futuro, fato que constantemente menciono e exponho aos meus colegas.
Sou a geração dos anos 80. Os que viram a queda do Muro de Berlim, viram a promulgação da Nova Constituição Brasileira, presenciaram o Diretas Já, choraram a morte de Tancredo Neves, presenciaram o inverso da história e viram, seus pais, seus avós, num percurso inverso, voltarem ao Japão, desta vez como dekasseguis.
Sou parte da geração que acreditou na mudança, acreditou no novo e hoje vê, seu país, o Brasil, despontando-se como um dos principais atores dentro do cenário econômico mundial e aqui começa a síntese de minha candidatura no CRBE.
Creio que a motriz que faça alguém envolver-se politicamente com os órgãos governamentais em prol da população em geral basicamente se dá por dois motivos_ ou a recompensa material, descarte-se essa primeira, uma vez que tal cargo será ocupado de forma voluntariosa, ou a recompensa em realizar aquilo para o qual tem a certa convicção de que foi incumbido. Se a incumbência veio por ordem divina ou se a mesma está, como diriam algumas pessoas, no sangue, neste exato momento o que importa é entender a mesma. E este é o real motivo que me faz, entendendo a minha pequenez em relação aos demais candidatos, a ousadamente candidatar-me a tão importante cargo.
Estou, digo estou por não ter licenciatura para a mesma, desempenhando a importante função de Educadora em duas áreas extremamente importantes para a formação intelectual e de opinião de crianças brasileiras que são a Sociologia e a Filosofia, disciplinas sabiamente inseridas na grade do Ensino Médio, não mais nos anos finais, mas sim em toda a sua grade curricular. Dentro desse trabalho mútuo, muitos assuntos importantes são debatidos, desde assuntos globalizados atingindo-os num todo bem como pontos importantes que dizem respeito à esta comunidade em especial. Como todo representante da área de Humanas, muitos assuntos são expostos de maneira à tomada de atitudes em relação a estes, seja questionando, seja revolucionando, seja não estando inerte aos acontecimentos, não os aceitando de forma passiva e indiferente. Uma frase constantemente mencionada por mim em minhas aulas é que o mundo e seus principais fatos históricos foram mudados por pessoas que acreditaram na mudança, em seus ideais. Muitas vezes considerados utópicos, mas que acreditando em sua utopia, transformaram o sonho em realidade.
Para mudar hoje, é preciso que alguém os represente, leve suas críticas, leve seus anseios, seja o porta-voz de uma camada tão importante e muitas vezes esquecida dessa nossa sociedade: os jovens!
Não que só esta classe será ouvida, no entanto, há de se convir que estes mesmos fazem parte de uma família e esta família está inserida dentro dessa sociedade que não mais consegue distinguir se ainda é dekassegui ou já se tornou imigrante .Necessário se faz ampará-los e conduzi-los a trilhar caminhos ainda mais excelentes, sendo grandes representantes brasileiros no exterior que desempenham seu precioso papel de cidadãos, dotados de Direitos e sem dúvida nenhuma, Deveres.
É preciso preparar, e bem, a população brasileira que fará parte da mudança econômica mundial. A geração que fará parte das grandes cúpulas e serão os futuros representantes do Brasil nos grupos mundiais de decisão global.
Propostas para o CRBE
Tenho a plena consciência do que o cargo de Conselheiro dentro do MRE pode e não pode realizar em prol da população imigrante brasileira no mundo.
Tal cargo servirá de ponte, elo entre a população emigrante e seu país de origem. Serão através dos conselheiros eleitos que o governo federal colherá informações necessárias, bem como pleitos da população, para que se possa atuar de forma efetiva e eficaz no auxílio aos milhares de brasileiros que se encontram espalhados pelo mundo, não necessariamente somente no Japão. Porém, e necessário ressaltar que o que é proposto é um auxílio e não uma substituição dos órgãos vigentes que atuam como bases governamentais, diga-se Consulados e Embaixadas. Contudo, vale enfatizar a importância das comunidades em elegerem seus representantes. É preciso crer e ter a confiança de que tal esforço por parte do Ministério das Relações Exteriores, na representação do próprio Itamaraty, se dará como intuito de formalização de metas e projetos em prol da comunidade estrangeira temporária ou permanente em seus respectivos países migrantes.
Como parte da educação de crianças, jovens e adultos, o que pleitearei, com certeza, serão as melhorias no que se refere à educação dos mesmos.
Entendo que sem educação não se é possível transpor a lugar algum. Não consigo aqui colocar em palavras meus sentimentos quando é sabido de um jovem que necessita deixar seus estudos para então embrenhar-se numa fábrica, pela falta de condições de seus pais em o manterem na escola. A falta de objetivos e perspectivas futuras tem feito de nossos jovens reflexos de décadas anteriores, sendo a exceção aqueles que prosseguem em seus estudos. É preciso salientar que a falta de um órgão responsável por esta tão importante área social dentro da comunidade exterior, tem deixado crianças desacreditadas no que a educação pode proporcionar-lhes. É preciso reverter esse quadro, dando melhores oportunidades de qualificação, de adquirirem o conhecimento necessário para que então sejam repatriados, aqueles que desejam retornar ao Brasil, e tenham local garantido dentro do mercado de trabalho.
Como certa feita mencionou o próprio Ministro Celso Amorim: Para mudar é preciso dois pontos importantes, infra-estrutura e educação. A primeira vimos construindo-se ao longo da História Brasileira de luta e sacrifícios. A segunda, ainda nos falta e como, infelizmente ainda nos falta!
Por esta razão esse pedido, de que você querido amigo, junto à minha candidatura, acredite e sonhe comigo que é possível se fazer algo concreto para as gerações futuras!
Grande abraço,
Professora Sandra.
“Devemos nos convencer de que o objetivo final da educação não é aperfeiçoar as noções escolares, mas sim o de preparar para a vida...”
Johann H. Pestalozzi
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Nosso trabalho para o Terceiráo!
Olá Crianças, como váo?
Como sei que estáo com muitas saudades dos trabalhinhos, aí vai um grandinho para vocës.
Dentro do que havíamos estudado sobre as diversas correntes filosóficas, escolha uma das Teoria abaixo, e num pré-TCC, desenvolva seu conteúdo para explanaçáo da bancada de análise que simularemos como numa graduaçáo.
E náo se esqueçam, tudo que adquirimos serve como base de conhecimento, ainda que seja para refutá-lo mais tarde!
Beijáo...See you!!!
Base epistemológica do conhecimento e Teoria
Base epistemológica do conhecimento e a estrutura na qual o conhecimento tem origem como modelo de concepção do conhecimento. Já a teoria e o modelo de explicação da realidade empírica e se apóia, necessariamente, em uma base epistemológica.
1. Base epistemológica de origem biológica hereditária ou inatista.
Tags= biológica hereditária, inatista ou apriorista.
Teoria do inatismo da inteligência, Binet (1857-1911);
Teoria do desenvolvimento da criança, Gesell (1880-1961);
Teoria da pessoa integral, Rogers (1902-1987).
Teoria da reminiscência, Platão (529-347 a.C);
Teoria das idéias éticas e matemáticas, Santo Agostinho (354-430);
Teoria do trabalho da razão, Descartes (1596-1650).
2. Base epistemológica de origem não hereditária ou empirista.
Tags= exclusivo do meio, experiência vivenciada frente ao objeto de conhecimento.
Teoria do reflexo condicionado, Pavlov (1849-1936);
Teoria do estimulo e resposta, Watson (1878-1958);
Teoria do condicionamento operante, Skinner (1904-1990);
Teoria da experiência, Bacon (1561-1626);
Teoria da tabula rasa, Locke (1632-1704);
Teoria da associação espontânea, Hume (1711-1776).
3. Base epistemológica de origem biológica construcionista ou interacionista
Tags= capacidade cognitiva, trocas biopsicolofisiologicas com o meio físico, social e cultural.
Teoria da equilibracão, Piaget (1896-1980);
Teoria da mediação simbólica dos signos, Vygotski (1896-1934);
Teoria da pessoa integral, Wallon (1879-1962);
Teoria dialética e biológica do conhecimento, Kant (1724-1804);
Teoria dialética e psicológica do conhecimento, Hegel (1770-1831);
Teoria dialética e sociológica do conhecimento, Marx (1818-1883)
Concepções de educação e concepções de conhecimento
1. Ideal de aprender.
(Origem biológica hereditária ou inatista)
Tags= concepção tradicional, concepção racionalista de conhecimento.
Conteúdo de ensino As informações são organizadas na ordem das mais simples para as mais complexas. Dos alunos cobra-se somente a memorização do conteúdo.
Metodologia de ensino “Dar a lição” e “Tomar a lição”. Do modo tradicional de transmitir o conteúdo são quase sempre expurgados os aspectos emocionais ou afetivos, por serem considerados fatores impeditivos a um bom ensino e a uma boa aprendizagem.
Relação professor-aluno Dirigida e controlada pela autoridade do professor, que e o mestre, mediador do processo de transmissão de conteúdo. Caso seja necessário, ao professor e permitido usar a coerção para manter a exigência de disciplina rígida.
Método imperativo.
Avaliação Concepção de avaliação como reveladora do que o aluno memorizou em termos de conteúdo. Para que o aluno mostre ao professor que aprendeu a lição, e imprescindível a exata reprodução do conteúdo ensinado.
Principais características:
Ensinar e transmitir conhecimentos e valores como patrimônio cultural da humanidade;
Aprender e memorizar conhecimentos e valores, imitando o comportamento de quem ensina;
Os sentidos não participam da produção do conhecimento, por que a experiência sensorial não tem valor;
O conhecimento e produto da condição biológica totalmente hereditária do sujeito.
2. Ideal de aprender a aprender.
(Origem não hereditária ou empirista)
Tags= Ensinar e da competência do professor, agente que cria condições para que o aluno aprenda.
Conteúdo de ensino Coadjuvante das experiências de aprendizagem, sendo organizado pelo professor por meio da pluralidade de experiências, mas de acordo com os interesses dos alunos pelas experiências apresentadas, que são utilizadas pelo professor como estratégias de ensino
Aos alunos cabe viver a experiência e aprender, sozinhos, desenvolvendo conhecimentos e habilidades.
Metodologia de ensino O ensino como experiências de aprendizagem, devendo ser utilizadas pelo professor como estratégias de ensino para levar o aluno a assimilar o conteúdo, sozinho.
Experiências qualitativamente diversificadas e aplicadas pelo professor, em função dos interesses dos alunos pelas mesmas.
Relação professor-aluno Determinada pelo ideal de aprender a aprender como maneira de maximizar, pelo reforço do comportamento, o desempenho dos alunos nas experiências de aprendizagem.
Avaliação Concebida de maneira processual, porque a concepção moderna de educação pressupõe que o “aluno progride em seu ritmo próprio, em pequenos passos, sem cometer erros”.
A avaliação serve de feedback para o professor.
Principais características:
Concebe-se o conhecimento como adquirido por meio da experiência ou do contato do sujeito com o meio que o circunda;
A mente da criança como tabula rasa ou folha de papel em branco, na qual objetos do meio físico e social vão imprimindo seus caracteres, traços ou sinais para formar imagens, idéias ou noções e conceitos;
As sensações funcionam como tipografo, que vai registrando os caracteres dos objetos na mente;
Caracteres impressos pelas sensações na mente do sujeito em forma de quebra-cabeça onde a razão precisa encontrar para caber no encaixe correto;
A razão guiada por estímulos, quanto mais se recebe, mais rapidamente ela encontra a peca que se adapta a montagem do quebra-cabeça;
Quanto mais experiências de aprendizagem e mais estímulos reforçarem a vivencia dessas experiências, mais eles aprendem a aprender;
O aluno aprende a incorporar valores necessários ao desempenho de seu papel social, como individuo responsável por seus atos;
Profissional responsável por seu trabalho e cidadão responsável por seus direitos e deveres.
Treinar o domínio de habilidades e aquisição de valores por meio de estímulos apresentados pelo professor;
Aprender e desenvolver habilidades e valores por meio de utilização de variados materiais de ensino.
3. Ideal de aprender a ser.
(Origem biológica construcionista ou interacionista)
Tags= ensinar e aprender como ações diferentes e complementares entre si, competência de professores e alunos como agentes do processo educativo.
Conteúdo de ensino Resulta das relações que o professor estabelece com os alunos, no meio físico, social e cultural em que eles estão inseridos. Relacionando-se com os alunos no meio em que vivem, o professor pode observar hábitos, costumes, lazer, necessidades e tudo que faz parte do mundo dos alunos “para dar vida” ou concreticidade aos conteúdos de ensino.
Metodologia de ensino Trocas ou interações que se estabelecem entre os sujeitos do processo educativo, com base nas experiências de vida dos alunos e do professor.
Relação professor-aluno Resultante das situações desafiadoras, colocadas pelo professor e pelos alunos.
Implica em praticas democráticas e inclusivas, estabelecidas com base na cooperação e solidariedade.
Avaliação Diagnostica, processual e formativa.
Identifica o nível de desenvolvimento cognitivo, avalia a aprendizagem ao final de cada unidade e verifica a vivencia dos valores da sociedade inclusiva no dia-a-dia da sala de aula.
Principais características:
Desenvolve-se por meio do trabalho da razão, mas alicerçado nas trocas que o sujeito realiza com o meio físico, social e cultural, ou nas interações que o sujeito estabelece com o meio que o circunda;
Processos biopsicofisiologicos de sensações e de percepções sensoriais e intelectivas e de abstrações reflexivas, através das ações do sujeito sobre o objeto;
A mente da criança não mais como tabula rasa ou uma folha de papel em branco que vai sendo preenchida pela ação dos profissionais da educação em cada nível de ensino;
A criança traz consigo conhecimentos, habilidades e valores produzidos em nível de senso comum, com base em suas experiências de vida em família, em grupos sociais da sua e de outras comunidades;
O conhecimento da criança deve ser tomado pelo professor e transformado em conhecimento cientifico;
A transformação ocorre pela interação do professor com o meio em que o aluno vive e pela relação de cooperação entre professor-aluno, aluno-aluno, aluno-professor;
A variedade de experiências de vida deve ser trabalhada pelo professor, para fazer os alunos compreenderem que as diferenças culturais resultam do modo de produção de vida em sociedade;
A diversidade da bagagem cultural interfere no ritmo de aprendizagem dos alunos;
Necessidade de solidariedade e de cooperação entre professor-aluno, aluno-aluno e aluno-professor, para que o aluno supere as diferenças, exercitando-se em praticas sociais democráticas e inclusivas.
E como as imagens dizem mais que palavras...
O método inatista de ver o aluno
O método empirista de ver o aluno
O método construtivista de ver o aluno
Como sei que estáo com muitas saudades dos trabalhinhos, aí vai um grandinho para vocës.
Dentro do que havíamos estudado sobre as diversas correntes filosóficas, escolha uma das Teoria abaixo, e num pré-TCC, desenvolva seu conteúdo para explanaçáo da bancada de análise que simularemos como numa graduaçáo.
E náo se esqueçam, tudo que adquirimos serve como base de conhecimento, ainda que seja para refutá-lo mais tarde!
Beijáo...See you!!!
Base epistemológica do conhecimento e Teoria
Base epistemológica do conhecimento e a estrutura na qual o conhecimento tem origem como modelo de concepção do conhecimento. Já a teoria e o modelo de explicação da realidade empírica e se apóia, necessariamente, em uma base epistemológica.
1. Base epistemológica de origem biológica hereditária ou inatista.
Tags= biológica hereditária, inatista ou apriorista.
Teoria do inatismo da inteligência, Binet (1857-1911);
Teoria do desenvolvimento da criança, Gesell (1880-1961);
Teoria da pessoa integral, Rogers (1902-1987).
Teoria da reminiscência, Platão (529-347 a.C);
Teoria das idéias éticas e matemáticas, Santo Agostinho (354-430);
Teoria do trabalho da razão, Descartes (1596-1650).
2. Base epistemológica de origem não hereditária ou empirista.
Tags= exclusivo do meio, experiência vivenciada frente ao objeto de conhecimento.
Teoria do reflexo condicionado, Pavlov (1849-1936);
Teoria do estimulo e resposta, Watson (1878-1958);
Teoria do condicionamento operante, Skinner (1904-1990);
Teoria da experiência, Bacon (1561-1626);
Teoria da tabula rasa, Locke (1632-1704);
Teoria da associação espontânea, Hume (1711-1776).
3. Base epistemológica de origem biológica construcionista ou interacionista
Tags= capacidade cognitiva, trocas biopsicolofisiologicas com o meio físico, social e cultural.
Teoria da equilibracão, Piaget (1896-1980);
Teoria da mediação simbólica dos signos, Vygotski (1896-1934);
Teoria da pessoa integral, Wallon (1879-1962);
Teoria dialética e biológica do conhecimento, Kant (1724-1804);
Teoria dialética e psicológica do conhecimento, Hegel (1770-1831);
Teoria dialética e sociológica do conhecimento, Marx (1818-1883)
Concepções de educação e concepções de conhecimento
1. Ideal de aprender.
(Origem biológica hereditária ou inatista)
Tags= concepção tradicional, concepção racionalista de conhecimento.
Conteúdo de ensino As informações são organizadas na ordem das mais simples para as mais complexas. Dos alunos cobra-se somente a memorização do conteúdo.
Metodologia de ensino “Dar a lição” e “Tomar a lição”. Do modo tradicional de transmitir o conteúdo são quase sempre expurgados os aspectos emocionais ou afetivos, por serem considerados fatores impeditivos a um bom ensino e a uma boa aprendizagem.
Relação professor-aluno Dirigida e controlada pela autoridade do professor, que e o mestre, mediador do processo de transmissão de conteúdo. Caso seja necessário, ao professor e permitido usar a coerção para manter a exigência de disciplina rígida.
Método imperativo.
Avaliação Concepção de avaliação como reveladora do que o aluno memorizou em termos de conteúdo. Para que o aluno mostre ao professor que aprendeu a lição, e imprescindível a exata reprodução do conteúdo ensinado.
Principais características:
Ensinar e transmitir conhecimentos e valores como patrimônio cultural da humanidade;
Aprender e memorizar conhecimentos e valores, imitando o comportamento de quem ensina;
Os sentidos não participam da produção do conhecimento, por que a experiência sensorial não tem valor;
O conhecimento e produto da condição biológica totalmente hereditária do sujeito.
2. Ideal de aprender a aprender.
(Origem não hereditária ou empirista)
Tags= Ensinar e da competência do professor, agente que cria condições para que o aluno aprenda.
Conteúdo de ensino Coadjuvante das experiências de aprendizagem, sendo organizado pelo professor por meio da pluralidade de experiências, mas de acordo com os interesses dos alunos pelas experiências apresentadas, que são utilizadas pelo professor como estratégias de ensino
Aos alunos cabe viver a experiência e aprender, sozinhos, desenvolvendo conhecimentos e habilidades.
Metodologia de ensino O ensino como experiências de aprendizagem, devendo ser utilizadas pelo professor como estratégias de ensino para levar o aluno a assimilar o conteúdo, sozinho.
Experiências qualitativamente diversificadas e aplicadas pelo professor, em função dos interesses dos alunos pelas mesmas.
Relação professor-aluno Determinada pelo ideal de aprender a aprender como maneira de maximizar, pelo reforço do comportamento, o desempenho dos alunos nas experiências de aprendizagem.
Avaliação Concebida de maneira processual, porque a concepção moderna de educação pressupõe que o “aluno progride em seu ritmo próprio, em pequenos passos, sem cometer erros”.
A avaliação serve de feedback para o professor.
Principais características:
Concebe-se o conhecimento como adquirido por meio da experiência ou do contato do sujeito com o meio que o circunda;
A mente da criança como tabula rasa ou folha de papel em branco, na qual objetos do meio físico e social vão imprimindo seus caracteres, traços ou sinais para formar imagens, idéias ou noções e conceitos;
As sensações funcionam como tipografo, que vai registrando os caracteres dos objetos na mente;
Caracteres impressos pelas sensações na mente do sujeito em forma de quebra-cabeça onde a razão precisa encontrar para caber no encaixe correto;
A razão guiada por estímulos, quanto mais se recebe, mais rapidamente ela encontra a peca que se adapta a montagem do quebra-cabeça;
Quanto mais experiências de aprendizagem e mais estímulos reforçarem a vivencia dessas experiências, mais eles aprendem a aprender;
O aluno aprende a incorporar valores necessários ao desempenho de seu papel social, como individuo responsável por seus atos;
Profissional responsável por seu trabalho e cidadão responsável por seus direitos e deveres.
Treinar o domínio de habilidades e aquisição de valores por meio de estímulos apresentados pelo professor;
Aprender e desenvolver habilidades e valores por meio de utilização de variados materiais de ensino.
3. Ideal de aprender a ser.
(Origem biológica construcionista ou interacionista)
Tags= ensinar e aprender como ações diferentes e complementares entre si, competência de professores e alunos como agentes do processo educativo.
Conteúdo de ensino Resulta das relações que o professor estabelece com os alunos, no meio físico, social e cultural em que eles estão inseridos. Relacionando-se com os alunos no meio em que vivem, o professor pode observar hábitos, costumes, lazer, necessidades e tudo que faz parte do mundo dos alunos “para dar vida” ou concreticidade aos conteúdos de ensino.
Metodologia de ensino Trocas ou interações que se estabelecem entre os sujeitos do processo educativo, com base nas experiências de vida dos alunos e do professor.
Relação professor-aluno Resultante das situações desafiadoras, colocadas pelo professor e pelos alunos.
Implica em praticas democráticas e inclusivas, estabelecidas com base na cooperação e solidariedade.
Avaliação Diagnostica, processual e formativa.
Identifica o nível de desenvolvimento cognitivo, avalia a aprendizagem ao final de cada unidade e verifica a vivencia dos valores da sociedade inclusiva no dia-a-dia da sala de aula.
Principais características:
Desenvolve-se por meio do trabalho da razão, mas alicerçado nas trocas que o sujeito realiza com o meio físico, social e cultural, ou nas interações que o sujeito estabelece com o meio que o circunda;
Processos biopsicofisiologicos de sensações e de percepções sensoriais e intelectivas e de abstrações reflexivas, através das ações do sujeito sobre o objeto;
A mente da criança não mais como tabula rasa ou uma folha de papel em branco que vai sendo preenchida pela ação dos profissionais da educação em cada nível de ensino;
A criança traz consigo conhecimentos, habilidades e valores produzidos em nível de senso comum, com base em suas experiências de vida em família, em grupos sociais da sua e de outras comunidades;
O conhecimento da criança deve ser tomado pelo professor e transformado em conhecimento cientifico;
A transformação ocorre pela interação do professor com o meio em que o aluno vive e pela relação de cooperação entre professor-aluno, aluno-aluno, aluno-professor;
A variedade de experiências de vida deve ser trabalhada pelo professor, para fazer os alunos compreenderem que as diferenças culturais resultam do modo de produção de vida em sociedade;
A diversidade da bagagem cultural interfere no ritmo de aprendizagem dos alunos;
Necessidade de solidariedade e de cooperação entre professor-aluno, aluno-aluno e aluno-professor, para que o aluno supere as diferenças, exercitando-se em praticas sociais democráticas e inclusivas.
E como as imagens dizem mais que palavras...
O método inatista de ver o aluno
O método empirista de ver o aluno
O método construtivista de ver o aluno
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Matrix Nunca Envelhece

O que é a Matrix?
A resposta está aí. Ela está à sua procura. E te encontrará se você desejar!
Morpheus segue o caminho do filósofo:
Conhece a verdade e volta à caverna para instruir os demais!
"O que é Matrix? Controle.
A Matrix é um mundo de sonhos gerado por computador... feito para nos controlar..." [Trecho da revelação feita por Morpheus a Neo]
(Andy & Larry Wachowski, The Matrix, EUA, 1999).
Em 1999, o cinema americano produziu Matrix (The Matrix, EUA, 1999), um filme, originalmente subestimado, que arregimentou milhares de admiradores no mundo todo e logo se transformou em uma referência para outras produções cinematográficas.
O fenômeno Matrix pode ser parcialmente compreendido se levarmos em consideração a profusão de influências e temas que aparecem, direta ou indiretamente, no roteiro e nas imagens do filme. Aí vão alguns exemplos: distopia, esperança, filosofia, 1984 de George Orwell, artes marciais, cibercultura, agentes secretos e teorias conspirativas, romance, Alice no país das maravilhas de Lewis Carroll, messianismo (crença na vinda do Salvador: Jesus, Messias, Buda, Rei Arthur), mitologia grega e céltica, Admirável mundo novo de Aldous Huxley, efeitos especiais revolucionários, nova estética super-heroística (óculos escuros, roupas pretas de couro e sobretudos substituem, respectivamente, máscaras, uniformes colantes coloridos e capas), ficção científica, animes e assim por diante. Como não dá para falar de todas estas coisas em poucas linhas, vamos especificar: faremos uma rápida comparação entre o filme Matrix e a filosofia grega de Sócrates e Platão.
Para começar, responda rápido:
Se o contrário de real é irreal, então qual é o contrário de virtual?
Se está se perguntando qual é a relação desta questão com o filme e a filosofia, respondo: TUDO!
O filme praticamente começa com a pergunta "o que é Matrix?". Alguém aí se lembra do diálogo entre Trinity e Neo?
Então... ela lhe diz:
"- É a pergunta que nos impulsiona, Neo. Foi a pergunta que te trouxe aqui. Você conhece a pergunta assim como eu".
E ele: "- O que é a Matrix?". Em seguida, a jovem conclui: "- Sim, a resposta está aí. Ela está à sua procura. E te encontrará se você desejar".
Mas e a relação desta passagem com a filosofia? Bem, a filosofia ocidental (o pensamento crítico) surgiu na Grécia Antiga, por volta do século VI a. C., como uma alternativa ao mito (o pensamento ingênuo); ela começa através da pergunta "o que é a realidade"?. De modo geral, naquela época, os filósofos pré-socráticos deram duas explicações. A escola jônica, que se importava mais com a observação da natureza (physis) - daí o surgimento da física e da cosmologia - respondeu que o real é a physis; já a escola eleática, que se importava mais com a abstração - daí o surgimento da metafísica e da ontologia - respondeu que o real é o ser (ontos). Destas considerações, aqui expostas de modo breve e lacunar, originaram as investigações filosófico-científicas posteriores.
Chegou até aqui? Então, não boceje e continue.
Lembra da parte em que Morpheus (o deus dos sonhos e filho de Hipno, na mitologia grega) leva Neo até Oráculo e ela lhe mostra a frase "conhece-te a ti mesmo". Isso é grego também. É de um sujeito que mudou o panorama da história da filosofia e da humanidade: Sócrates (c. 470-399 a. C.), o fundador da ética ou filosofia moral. Por causa dele, as pessoas passaram a se interessar e estudar não apenas a realidade exterior (questões sobre a natureza, os astros etc.), mas também a interior (questões relativas ao ser humano, como política, educação, organização social, comportamento).
Três máximas socráticas ilustram o modo como ele conduziu a sua existência:
1) "Conhece-te a ti mesmo";
2) "Só sei que nada sei" e
3) "A vida sem reflexão não vale a pena ser vivida".
E daí? (geralmente os filósofos perguntam isso). Bem, daí que, na história de Sócrates, também tem um Oráculo, o Oráculo de Delfos, que disse para ele que o homem mais sábio de todos era... ele mesmo. Todo mundo achava isso, menos o próprio Sócrates. Mais ou menos como acontece com Neo no filme. Quase todo mundo o considera o Escolhido, exceto ele próprio.
Depois, de sua visita ao Oráculo, o ateniense Sócrates passou a abordar as pessoas e a discutir com elas os mais variados assuntos, no intuito de achar alguém que fosse realmente sábio, já que ele achava que nada sabia. Nestes diálogos, sempre colocava em prática as suas máximas: "Só sei que nada sei" e "Conhece-te a ti mesmo". Isto significa que o método socrático, elenchus, pode ser dividido em duas partes: a primeira (destrutiva), com a ironia; e a segunda (construtiva), com a maiêutica. Para Sócrates, a sabedoria consiste primeiro no reconhecimento da própria ignorância - este conhecimento é o passo inicial em busca da sabedoria e envolve o abandono das idéias preconcebidas. Afinal, "as aparências enganam" e não queremos ser enganados por elas, certo?... certo (menos, é claro, para os partidários do Cypher - o traidor no primeiro filme -, que podem retrucar em uníssono: "- Me engana que eu gosto!").
Os diálogos socráticos eram inconclusivos, mas, após os mesmos, acreditava-se estar numa situação melhor do que a de outrora, uma vez que, embora não se soubesse o que era um objeto em questão, sabia-se o que ele não era.
O método maiêutico consiste em extrair idéias por meio de perguntas; a imagem é a de que as idéias já existem na mente "grávida" da pessoa, mas precisam de um "parto" para se tornarem manifestas. Este "poder da mente" é, de certo modo, sugerido no filmes em diversas ocasiões: tanto para propiciar feitos extraordinários quanto para causar a morte do "corpo real" através do virtual.
No fim, Sócrates foi injustamente condenado à morte por ter corrompido - através de idéias inéditas e contestadoras - a juventude, desrespeitar os deuses e confrontar o Estado.
O principal discípulo de Sócrates foi Platão (c. 429-347 a. C.). A passagem mais conhecida de suas obras, a alegoria da caverna (ou mito da caverna), está no livro A república. Agora um pouco de paciência e uma dica para entender o filme a partir desta perspectiva filosófica: ao ler o trecho a seguir, substitua a "caverna" pela realidade virtual de Matrix e o "fugitivo" por Neo e seus companheiros.
Platão exemplifica suas idéias sobre filosofia, política e realidade a partir da dramática alegoria da caverna sobre um grupo de prisioneiros confinados, desde o seu nascimento, no interior de uma caverna. Estão acorrentados de uma tal maneira que só conseguem olhar para frente e tudo que vêem são sombras na parede. Tais sombras são projetadas pela escassa iluminação fornecida por uma fogueira que arde atrás deles. Entre a fogueira e os prisioneiros, há uma passagem ascendente para fora da caverna e através da qual diversas pessoas entram e saem, fazendo com que os prisioneiros vejam variadas formas de sombras e ouçam o eco das vozes dos transeuntes. Em seguida, Platão afirma que um dos prisioneiros, após árdua luta, consegue se libertar das correntes e fugir. Assim, pela primeira vez, o ex-prisioneiro, pode contemplar algo além daquilo ao qual estava habituado. Mais do que meras sombras, ele vê a fogueira, os outros prisioneiros, a passagem ascendente e tudo o mais no interior da caverna. Depois, quando sai e atinge o mundo exterior, além de descobrir a existência de muitas outras coisas, é ofuscado por uma luminosidade ainda maior do que a da fogueira: a do Sol. Atordoado, ele retorna à caverna em busca de refúgio e, também, para relatar o ocorrido aos seus antigos companheiros - estes, por sua vez, não crêem na voz dissonante do fugitivo e se recusam a serem libertados para compartilhar da mesma ‘experiência’. Em contrapartida, os prisioneiros também não conseguem convencer o fugitivo de seu suposto devaneio. Assim, terminam por silenciar, hostilizar e matar o pária fugitivo.
No filme, Morpheus alerta Neo, no "programa de treinamento" (após ele se distrair com "a Mulher de Vermelho" que, num piscar de olhos, dá lugar a um "agente" letal), que qualquer um em Matrix é um agente em potencial.
Agora o restante da interpretação.
Se considerarmos a linguagem metafísica e dualista de Platão (luz/sombra, ciência/opinião, essência/aparência), podemos afirmar que os prisioneiros são a humanidade ignorante - no sentido de não saber, não conhecer. Em Matrix, eles são representados pela humanidade prisioneira das máquinas tiranas.
As correntes que os retém são os hábitos retrógrados e nocivos (os vícios, opostos da virtude) que, se não impede, ao menos dificulta o acesso ao conhecimento. Em Matrix, as correntes também são nossos pseudoprazeres, a rotina e ilusão de realidade, resultado da "simulação neurointerativa".
Uma vez que as sombras são as únicas coisas que os prisioneiros vêem - não possuem outros referenciais - é natural que acreditem nelas como sendo a própria realidade - quando na verdade não são. Em Matrix, se você está sonhando e não percebe, como pode saber que tudo aquilo não é realidade? "- Acorde, Neo. (...) Siga o coelho branco".
O fugitivo representa o filósofo, aquele que tem acesso à luz - ao conhecimento. Em Matrix: é o que desconfia que está vivendo uma ilusão, como Neo.
O percurso até o conhecimento é ascendente e íngreme, assim como a passagem que une o interior ao exterior da caverna. Da mesma forma que a visão necessita de tempo para, de forma gradativa, assimilar as mudanças de tons claros e escuros a que são submetidos os objetos quando passamos das luzes às trevas e vice-versa; a compreensão e a aprendizagem demandam tempo, requerem um período para adaptação. Em Matrix recorde o difícil processo de readaptação pela qual Neo e todos os outros antes dele tiveram de se submeter.
A missão do filósofo (e de Neo ou de qualquer um que se livre do controle de Matrix, conforme esta interpretação) é conhecer a verdadeira realidade (sair da Matrix), regressar à caverna - lugar obscuro, pleno de crenças, aparências e superstições - (voltar à Matrix) e instruir os demais (em Matrix: libertar todos). Tarefa nada fácil, já que as idéias retrógradas são predominantes e costumam condenar, de modo prévio, todo ineditismo (em Matrix: não resista, esqueça, se submeta para não precisar ser eliminado).
Parafraseando Platão, podermos dizer que "a realidade não é o que alguns apregoam que ela é". A realidade é virtual, é Matrix.
Em virtude da extensão do legado platônico, muitas de suas idéias não foram aqui abordadas; todavia, faz-se necessária uma pequena e lacunar menção sobre duas noções importantes: a teoria das formas ou idéias e da doutrina da reminiscência.
Para Platão, no diálogo Mênon, o início do processo de conhecimento é justificado pela doutrina da reminiscência ou anamnese, uma precursora solução inatista que sustenta a idéia segundo a qual existe um conhecimento prévio, resultante da contemplação das formas perfeitas e imutáveis pela alma imortal antes da reencarnação. Portanto, a partir deste exemplo, podemos notar que é através da teoria das formas ou idéias e da doutrina da reminiscência, que Platão defende que o conhecimento é a rememoração. Já no filme, na barganha que Cypher faz com o agente Smith, ele exige entre outras coisas, esquecer tudo, não se lembrar de nada.
Para finalizar, um pouco de heresia filosófica: o "momento aristotélico" do filme fica por conta das máquinas. Calma, eu explico.
Antes de seguir suas próprias idéias Aristóteles foi o mais importante discípulo de Platão. Sistematizador da lógica, ele valorizava extremamente o conhecimento empírico e as ciências naturais. Classificava tudo metodicamente, principalmente quando se tratava de suas investigações no campo da biologia. Se alguém aí falou "Agente Smith" e "Inteligência Artificial", acertou.
Vamos recordar. No universo do filme Matrix, por volta de 2199, a Terra fica devastada como resultado de uma guerra ocorrida entre humanos e máquinas. A humanidade não consegue vencer a Inteligência Artificial, "uma consciência singular que gerou uma raça inteira de máquinas" (segundo relato de Morpheus), bloqueando a energia solar da qual dependiam as máquinas. Ironicamente, os seres humanos derrotados tornam-se baterias de "bioeletricidade" e acabam substituindo a função do Sol, pois, através de uma "espécie de fusão", são usados para fornecer a energia de que elas precisam.
Na cena em que Morpheus encontra-se prisioneiro do Agente Smith, este revela que, ao tentar classificar a raça humana, fez uma descoberta surpreendente: ele sustenta que nós, seres humanos, não somos mamíferos, porque não entramos em equilíbrio com o meio ambiente. Ao contrário dos mamíferos, nós nos mudamos para uma área e nos multiplicamos até consumirmos todos os recursos naturais para depois, mudar novamente para outra. Segundo o Agente Smith, o "outro organismo neste planeta que segue o mesmo padrão" é um "vírus".
Heraldo Aparecido Silva, professor de filosofia e vice-presidente do Centro de Estudos em Filosofia Americana (www.cefa.org.br)
Questões
1- Parafraseando Platão, podemos dizer que "a realidade não é o que alguns apregoam que ela é". A realidade é virtual, é Matrix?
O caminho é novo e desconhecido e olhamos para ele com medo pois jamais o percorremos antes. De um lado a sociedade nos aconselha com suas regras tradicionais mas, por outro lado, a intuição sussurra que nosso caminho é outro.
Vivemos hoje em uma Matrix? Qual a relação entre o filme, o texto lido e a realidade que você vive? Sua resposta pode ser um argumento que comprove seu entendimento desta relação.
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2- No filme também é discutido a relação do ser humano com o meio ambiente, na cena em que Morpheus encontra-se prisioneiro do Agente Smith, este revela que, ao tentar classificar a raça humana, fez uma descoberta surpreendente: ele sustenta que nós, seres humanos, não somos mamíferos, porque não entramos em equilíbrio com o meio ambiente. Ao contrário dos mamíferos, nós nos mudamos para uma área e nos multiplicamos até consumirmos todos os recursos naturais para depois, mudar novamente para outra. Segundo o Agente Smith, o "outro organismo neste planeta que segue o mesmo padrão" é um "vírus".
Identificando as necessidades do ser humano, constatando o desprezo por alguns com o meio ambiente qual argumentação você daria, no lugar do personagem Morpheus para contradizer ou apoiar a afirmação do agente Smith?
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3- No futuro a humanidade será prisioneira de sua própria criação, a Inteligência Artificial, que criou a Matrix, uma realidade virtual onde foram inseridos todos os seres humanos para que eles não oponham resistência ao poder das máquinas.
O mito da jornada do herói ensina que o destino de cada um de nós é realizar o que verdadeiramente somos mas ainda não aceitamos. Conhece-te a ti mesmo. A tecnologia não tem sentimento. Nós temos. Uma máquina não é capaz de amar. Nós somos.
Os sentimentos, instintos e senso crítico, são algumas das características que nos diferenciam das máquinas. O que o filme retrata em relação ao "escolhido" analise as reações do personagem Neo, quando decide invadir o prédio e resgatar Morpheu, ou seja, podemos depositar à estas características que nos diferenciam das máquinas ou apenas a coragem irresponsável de um irresponsável?
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4- O herói é alguém que larga a segurança de sua terra ou família e parte em busca de algo difícil e precioso, enfrentando incertezas, sofrimentos, perigos e arriscando a própria vida para, no fim, retornar transformado e vitorioso, mais forte, experiente e seguro, para guiar ou salvar seu povo, casar-se com a princesa ou substituir um velho rei injusto ou doente.
Como o inconsciente coletivo funciona feito um canal de comunicação ligando todos a todos, toda vez que alguém avança em sua evolução pessoal, seu exemplo de algum modo influencia outras pessoas e assim a espécie como um todo também evolui.
Analisando o que buscava o personagem Neo ao optar pela pílula vermelha, comente a mensagem passada pelo filme relacionando com as opções que fazemos diariamente, somos impulsionados a buscar as mudanças por estar-mos insatisfeitos com a realidade, ou a realidade nos cobra a busca pelas mudanças?
---------------------------
5- Nos últimos minutos do filme, Morfeu volta à nave, seguido por Trinity. Neo, porém, é impedido de voltar pelo agente Smith, que surge no metrô. Ele pensa em correr mas volta-se e decide enfrentar Smith, contrariando as regras mais básicas dos resistentes, que dizem que jamais se deve lutar contra um agente pois até então todos os que tentaram, morreram.
Neo sabe que não pode mais adiar a resolução da questão que o aflige desde que despertou da Matrix. Ser ou não o Predestinado tornou-se uma pressão constante em sua mente e ele tem de esclarecer isso de uma vez por todas se quiser ter alguma paz. Smith é invencível, Neo sabe, mas é exatamente por isso que deve enfrentá-lo pois somente indo ao limite extremo das possibilidades é que saberá o que pode e não pode fazer.
Baseados em relatos do filme, e conhecimentos de fatos da nossa atualidade, (o ser humano não respeita o meio ambiente em que vive, guerras por liderança, terrorismo, corrupção, etc) Analise e relate, o que exatamente enfrentaremos? Quem está contra nós? As máquinas ou o ser humano? Devemos enfrentar ou fugir?
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6- Embora a Matrix tenha sido programada para lutar ferrenhamente contra todos os que a desafiam, a Inteligência Artificial sabia que mais cedo ou mais tarde o Predestinado sempre surgiria. Assim, restou lidar com ele da melhor forma possível: se não pode com seu inimigo, una-se a ele.
As máquinas talvez jamais consigam decifrar, calcular e prever o amor, essa força tão imensa, poderosa, insana e contraditória, essa equação tão desequilibrada e imprevisível.
Qual a relação passada no filme entre a rigidez da Matrix e o amor de Trinity por Neo, de Morpheu pela raça humana, entre outros? Podemos atribuir o responsável como sendo "a falta de amor" que levou Cypher a trair seus amigos?
sábado, 24 de julho de 2010
Ajudando-os com o trabalho...
Ola galerinha...
Em minhas andancas pela internet, achei este link bem interessante...(Basta clicar no titulo)
Dos 9 presidenciaveis (daquela lista excluamos Oscar Silva e Ivan Martins) )concorrentes, esta reportagem aponta 6 como sendo escritores e/ou participantes, seja emprestando sua biografia ou sendo co-autor, de livros.
Consciente de nossa realidade aqui em terras longinquas nao vou incentiva-los a irem em nenhum sebo...afinal...sem comentarios.(Sonho antigo meu, quem sabe eu consiga unir minhas duas grandes paixoes: cafe e livros). No entanto, existe uma ferramenta maravilhosa chamada Google e outra tambem denominada Scribd, site onde voce pode encontrar uma infinidade de leituras, desde teses e ate pequenas porcoes de livros ou os mesmos na integra. Entao, sem mais desculpas, de uma passadinha, ache mais alguns temperos para deixar sua pesquisa mais interessante!
Entre eles voce ira encontrar Jose Serra, Marina Silva, Ze Maria, Ivan Pinheiro, Rui Costa Pimenta e Plinio Sampaio, cuja gama de escritos surpreendeu-me, tamanho acervo.
Nao se esquecam, programamos a entrega para antes do feriado,certo?
Qualquer coisa estou a disposicao!
See uuu...
Em minhas andancas pela internet, achei este link bem interessante...(Basta clicar no titulo)
Dos 9 presidenciaveis (daquela lista excluamos Oscar Silva e Ivan Martins) )concorrentes, esta reportagem aponta 6 como sendo escritores e/ou participantes, seja emprestando sua biografia ou sendo co-autor, de livros.
Consciente de nossa realidade aqui em terras longinquas nao vou incentiva-los a irem em nenhum sebo...afinal...sem comentarios.(Sonho antigo meu, quem sabe eu consiga unir minhas duas grandes paixoes: cafe e livros). No entanto, existe uma ferramenta maravilhosa chamada Google e outra tambem denominada Scribd, site onde voce pode encontrar uma infinidade de leituras, desde teses e ate pequenas porcoes de livros ou os mesmos na integra. Entao, sem mais desculpas, de uma passadinha, ache mais alguns temperos para deixar sua pesquisa mais interessante!
Entre eles voce ira encontrar Jose Serra, Marina Silva, Ze Maria, Ivan Pinheiro, Rui Costa Pimenta e Plinio Sampaio, cuja gama de escritos surpreendeu-me, tamanho acervo.
Nao se esquecam, programamos a entrega para antes do feriado,certo?
Qualquer coisa estou a disposicao!
See uuu...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Arte na Escola, o que voce pensa sobre?
Há fortes justificativas teóricas para a posição de que as artes constituem ótimas parceiras em potencial para a aprendizagem acadêmica, especialmente ao considerarmos o papel global da representação nas maneiras pela qual aprendemos e expressamos nossa compreensão. Consideremos o seguinte breve relato de algo que acontece numa aula de história: uma forma artística de representação é proposta por uma pioneira curricular por sua importância para o estudo da história da Europa moderna. Exemplos dessa forma são mobilizados para apresentar idéias e informações aos alunos. Estes aproximam-se para ver melhor e discutir o que vêem num dos exemplos, o qual lhes parecer ser um rico retrato de Paris em 1898. Observam na cidade repleta de vida as evidências da modernização — o transporte coletivo, a luz elétrica para iluminação pública, as roupas, as ocupações e os passatempos dos parisienses. Os alunos refletem mais profundamente sobre essa representação, revendo-a uma vez e talvez várias vezes na busca de novas descobertas. De fato, desvendam novas questões e possibilidades escondidas lá dentro e as discutem entre si e com a professora. Há ambigüidade naquilo que confrontam. Há mensagens, algumas mais claras do que outras. Os aprendizes sentem-se arrebatados pela idéia de que naquilo que vêem há sinais da Revolução Industrial que discutiram um mês atrás. Percebem ligações com o desenvolvimento da ciência. Explorando o lúdico, resolvem compor uma ficção: uma conversa imaginária entre um comerciante e um dama bem vestida ou entre dois operários a caminho do trabalho na traseira do ônibus puxado por cavalos; ou podem redigir o discurso de um político preocupado com a segurança dos pedestres na Champs-Elysées.
A arte constantemente abre portas para um caminho onde o impossível não existe. Trabalhar a arte dá possibilidades de improvisar, transformar, ir além da superficialidade, entrelaçar os conhecimentos, em suma, entrar no terreno criativo da condição humana.
Esta manifestação dinâmica confere às artes uma importância que vai além de disciplina no currículo escolar, pois é produto íntimo da formação humana. O sujeito percebe a sensibilidade da humanidade quando tem a arte como algo significativo em sua educação.
Parte integrante da civilização, a arte é presente quando ainda não se fazia uso da linguagem textual. Nas cavernas, nas edificações, nos templos, nas pinturas, nas esculturas, haverá sempre de representar uma linguagem universal, catalogando períodos, culturas e manifestações.
Considerada muitas vezes como privilégio das elites, a arte não possui o reconhecimento devido dentro do âmbito escolar e na sociedade. Vale ressaltar que existem escolas que adotam planejamentos que valorizam a questão da arte, da estética e da criatividade na formação dos seus alunos, adotando a arte como aliada à educação. Este número, porém, vem decrescendo com a exclusão das artes na grade disciplinar.
A arte humaniza, e se ela humaniza, precisamos mais do que nunca, da sua utilização no meio educacional e mais ainda na sociedade de modo geral. Pois se temos consciência de que a educação é a base estrutural, juntamente com a família, de uma sociedade plena, também temos consciência de que precisamos, cada dia mais, de pessoas comprometidas com o tema da humanização dos indivíduos. Humanizar no sentido completo e pleno da palavra. Mais do que oferecer aos indivíduos condições de vivência, de sobrevivência, dar a eles a oportunidade de serem quem realmente são, com toda a sua individualidade e peculiaridades.
A arte é disciplina para ser trabalhada separadamente, promovendo um conhecimento verdadeiro do que é "ser humano". Seja através da poesia, da música, da pintura, da fotografia, enfim, seja de que forma for, é imprescindível que se reavalie o ensino da arte na educação para que possamos contar com pessoas mais gentis num futuro não tão longínquo.
Fontes:
http://www.mariodeandrade.com.br/revistaeletronica/omegafone/Nan/ARTES_%20NA_%20EDUCACAO.htm
http://www.artenaescola.org.br/pesquise_artigos_texto.php?id_m=37
http://www.rieoei.org/opinion42.htm
terça-feira, 29 de junho de 2010
E falando em Autocracia...
Bem, continuando nosso debate sócio-filosófico...Já que estamos falando em autocracia, jamais poderia deixar de mencionar os tempos vividos na decada de 60 em nosso Brasil.
A história da estilista brasileira Zuzu Angel, é apenas (digo não menosprezando, pelo contrário)uma das muitas que sabemos deste período obscuro de nossa história. Vimos no filme, que a mãe, a princípio distante da luta que o filho Stuart engajara-se, viu-se, após sua morte, numa luta desenfreada e assustadora que culminou com sua própria morte no ano de 1976, seis anos após a morte do filho.
Como procurei salientar, o objetivo é uma reflexão única:
Após tantos anos de lutas e mortes por um país democrático e a participação ativa do povo no poder, o que houve com os ideais pelos quais nossos antepassados lutavam?
Conquistou-se a tão almejada democracia, mas...e então, o que estamos fazendo com ela?
Constantemente o povo brasileiro é chamado de Povo sem Memória, e sabem por qual motivo? Simplesmente porque desconhecem a história, passam despercebidos por ela e jogam fora tudo o que muitas pessoas, por um ideal num todo, deram a vida para conquistar. O ser alienado não só compromete nossa sociedade, mas a família, o ser individual e implica em grandes problemas para todos.
Eximir-se da política é virar as costas para o curso da história, é apagar o passado e deixar de cumprir o seu papel de cidadão e agente modificador do mundo em que vivemos.
Em Outubro de 2010, teremos eleições, e quem são os presidenciáveis? De que partido vieram? Quais são seus ideiais políticos? Que mudanças poderão acontecer se qualquer um desses subir ao poder?
E o que eu tenho a ver com isso professora? Eu te digo com todas as letras:
Tudo! E mais um pouco...
Pensando em sua interação ao assunto, sugiro um trabalhinho que envolva as pessoas à sua volta e atinja assim uma reflexão, digamos, um pouquinho mais abrangente.
Escolha um dos 11 presidenciáveis:
(Clique no título para mais informações)
1) Dilma Roussef (PT)
2) José Serra (PSDB)
3) Marina Silva (PV)
4) Plinio Arruda Sampaio (PSOL)
5) José Maria Eymael (PSDC)
6) Zé Maria (PSTU)
7) Levy Fidelix (PRTB)
8) Rui Costa Pimenta (PCO)
9) Oscar Silva (PHS)
10) Américo de Souza (PSL)
11) Ivan Martins Pinheiro (PCB)
Forme um grupo de séries diferentes, de no máximo 5 pessoas.
E faça uma completa varredura na vida política de seu candidato, atendendo para os seguintes quesitos:
- a ligação com o atual partido,
- o motivo de sua saída de partidos anteriores (se houver),
- os degraus de sua carreira política,(quais cargos já exerceu dentro da política)
- sua formação acadêmica, bem como suas possíveis influências,
- sua possível participação na luta pela democracia no Brasil,
- e claro, seus ideiais políticos, suas promessas, o slogan de sua campanha.
- e outros itens importantes que julgar necessário expor.
Com sua pesquisa em mãos, vá para as ruas e seja cabo eleitoral: mostre as pessoas por qual razão, ele, seu candidato, merece o voto das pessoas, explique, divulgue suas causas, suas lutas e converse com pelo menos, 20 pessoas. E veja, ou melhor ouça, o que elas dirão de seu candidato. Se tiverem fatos positivos, ostentem ainda mais e se houver negativos? Como tentarão convencê-los a mudar de opinião? Anotem tudo, façam um relatório para divulgar na apresentação.
Não se esqueçam, vistam a camisa e façam um excelente trabalho!
Grande abraço!
See u...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A Onda
"A Onda" é uma metáfora que se aplica, mais ou menos, a qualquer movimento de massa respondente aos apelos de um líder carismático ou de uma causa mítica irracional!
"Nunca faria isso de novo, coloquei os alunos em perigo"
Para provar que sim, um jovem professor americano usou como cobaia um grupo de adolescentes, em um experimento que quase acabou em tragédia, nos anos 60 -e é repetido no filme "A Onda", que transporta o projeto para a Alemanha atual.
O original aconteceu em Palo Alto, Califórnia, 1967. Em uma aula de história, um estudante questionou a responsabilidade do povo alemão pelas ações do Terceiro Reich. O professor fez uma pequena simulação para que os estudantes entendessem o que é ter que seguir as instruções de um líder.
No início, ensinou postura, respiração correta, respeito. No dia seguinte, somou-se à disciplina a noção de grupo.
O mestre deu à classe um nome -A Terceira Onda. Mais tarde, um slogan, uma saudação, um cartão de "sócio" e até uma "polícia" de estudantes para vigiar as ações uns dos outros. Chegou a fazê-los acreditar que A Onda extrapolava a sala de aula, era um movimento que iria dominar o país.
"Para mim, como professor, era muito gratificante ver a maior parte dos alunos se envolvendo, tomando as rédeas. Eles saíam para entregar panfletos, agregar nomes. E aí isso explodiu", conta Ron Jones, 68, à Folha, por telefone.
Em cinco dias, o número de membros na classe dobrou -de 25 para 50. Fora de lá, o movimento chegou a reunir mais de 300 adolescentes, segundo Jones, e a silenciar vozes dissidentes, à força.
"Uma criança perdeu a mão construindo explosivos. Era uma criança perdida, perigosa." Foi aí que o professor percebeu que havia ido longe demais. Para decepção geral, fez um discurso no qual revelou a farsa e apelou por bom senso.
O filme
Quarenta anos depois, Ron Jones cedeu os direitos de sua história, que já havia virado livro e média-metragem para TV (1981), a Dennis Gansel, 35. Muitos quiseram fazer a adaptação para cinema antes, diz Jones. A diferença é que Gansel prometeu transportar a história para a Alemanha atual.
Foi o que fez. Diante de alunos que não aguentam mais ouvir falar de Hitler, o professor de "A Onda", interpretado pelo carismático Jürgen Vogel, retoma o projeto com fidelidade.
Pequenas alterações atualizaram o conto. Além dos panfletos, o grupo agora tem uma página no MySpace. O professor, que vivia em "uma casa na árvore e fumava maconha", mora em um barco e é fã dos Ramones. O desfecho da história, ainda mais violento que o original, também foi uma tentativa de acompanhar os novos tempos, diz o diretor, neto de um soldado de Hitler e filho de militantes de esquerda.
Para Ron Jones, "o filme é muito fiel, capturou a dinâmica da sala, a relação dele com a mulher, que passa por uma crise [o casamento dura até hoje, diga-se], e a maneira como os estudantes interagiam". "[A Terceira Onda] Era algo que se expandia muito rapidamente. Era como estar em meio a uma explosão de energia."
Dois anos depois da "explosão", o americano foi demitido e proibido de lecionar em escolas públicas. Hoje, ensina poesia a deficientes mentais, escreve e ministra palestras.
"Nunca faria isso de novo. Coloquei os alunos em perigo. Esse tipo de experimento é útil para mostrar quão facilmente nos tornamos vítimas desse tipo de coisa."
Cristina Fibe, Folha
"Nunca faria isso de novo, coloquei os alunos em perigo"Até que ponto apenas um homem ou um pequeno grupo se mantém no poder se não tiver o aval alienado da população?
Seria possível um regime como o nazista emergir hoje, no Brasil ou em qualquer outro país democrático?
Para provar que sim, um jovem professor americano usou como cobaia um grupo de adolescentes, em um experimento que quase acabou em tragédia, nos anos 60 -e é repetido no filme "A Onda", que transporta o projeto para a Alemanha atual.
O original aconteceu em Palo Alto, Califórnia, 1967. Em uma aula de história, um estudante questionou a responsabilidade do povo alemão pelas ações do Terceiro Reich. O professor fez uma pequena simulação para que os estudantes entendessem o que é ter que seguir as instruções de um líder.
No início, ensinou postura, respiração correta, respeito. No dia seguinte, somou-se à disciplina a noção de grupo.
O mestre deu à classe um nome -A Terceira Onda. Mais tarde, um slogan, uma saudação, um cartão de "sócio" e até uma "polícia" de estudantes para vigiar as ações uns dos outros. Chegou a fazê-los acreditar que A Onda extrapolava a sala de aula, era um movimento que iria dominar o país.
"Para mim, como professor, era muito gratificante ver a maior parte dos alunos se envolvendo, tomando as rédeas. Eles saíam para entregar panfletos, agregar nomes. E aí isso explodiu", conta Ron Jones, 68, à Folha, por telefone.
Em cinco dias, o número de membros na classe dobrou -de 25 para 50. Fora de lá, o movimento chegou a reunir mais de 300 adolescentes, segundo Jones, e a silenciar vozes dissidentes, à força.
"Uma criança perdeu a mão construindo explosivos. Era uma criança perdida, perigosa." Foi aí que o professor percebeu que havia ido longe demais. Para decepção geral, fez um discurso no qual revelou a farsa e apelou por bom senso.
O filme
Quarenta anos depois, Ron Jones cedeu os direitos de sua história, que já havia virado livro e média-metragem para TV (1981), a Dennis Gansel, 35. Muitos quiseram fazer a adaptação para cinema antes, diz Jones. A diferença é que Gansel prometeu transportar a história para a Alemanha atual.
Foi o que fez. Diante de alunos que não aguentam mais ouvir falar de Hitler, o professor de "A Onda", interpretado pelo carismático Jürgen Vogel, retoma o projeto com fidelidade.
Pequenas alterações atualizaram o conto. Além dos panfletos, o grupo agora tem uma página no MySpace. O professor, que vivia em "uma casa na árvore e fumava maconha", mora em um barco e é fã dos Ramones. O desfecho da história, ainda mais violento que o original, também foi uma tentativa de acompanhar os novos tempos, diz o diretor, neto de um soldado de Hitler e filho de militantes de esquerda.
Para Ron Jones, "o filme é muito fiel, capturou a dinâmica da sala, a relação dele com a mulher, que passa por uma crise [o casamento dura até hoje, diga-se], e a maneira como os estudantes interagiam". "[A Terceira Onda] Era algo que se expandia muito rapidamente. Era como estar em meio a uma explosão de energia."
Dois anos depois da "explosão", o americano foi demitido e proibido de lecionar em escolas públicas. Hoje, ensina poesia a deficientes mentais, escreve e ministra palestras.
"Nunca faria isso de novo. Coloquei os alunos em perigo. Esse tipo de experimento é útil para mostrar quão facilmente nos tornamos vítimas desse tipo de coisa."
Cristina Fibe, Folha
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